sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A DESCRIÇÃO DO CARIOCA POR UM PAULISTA, SENSACIONAL,VALE A PENA LER!"

  "Faz 1 ano. Desembarquei com esposa, cachorro e umas malas. A mudança veio no dia seguinte. Levei 33 anos imaginando “como seria”, e agora tenho 1 pra contar “como foi”.

 O Rio de Janeiro é a minha Paris. Eu não sonho com a tal de torre, nem me importo com o Louvre e nem acho do cacete tomar café naquela tal de Champs-Élysées. Eu acho charmoso ir a praia de Copacabana, tomar cerveja de chinelo no Leblon e ir a um samba numa grande escola.

Sou paulista, nunca tive rivalidade bairrista em casa. Nunca me ensinaram a odiar o estado vizinho, ao contrário, sempre me foi dada a ideia de que estando no Brasil, estou em casa.

Ouvi mil mentiras e outras mil verdades sobre o Rio enquanto morei em São Paulo. Todas justas no final das contas.
 Carioca exagera tudo, pra baixo e pra cima. Se elogiar a praia, ele exalta dizendo que é “a melhor praia do mundo”. Se falar que é perigoso, ele não nega. Diz que é “perigoso pra caramba”.
 Trata sua cidade como filho. Só ele pode falar mal.
  Cariocas não marcam encontro. Simplesmente se encontram.
  A confirmação de um convite aqui não quer dizer nada. Você sugere “Vamos?”, eles dizem “Vamo!”. O que não implica em ter aceitado a sugestão.
  Hora marcada no Rio é “por volta de”. Domingo é domingo. E relaxa, irmão. Pra que a pressa?
 Em 5 minutos são amigos de infância, no segundo encontro te abraçam e já te colocam apelidos.
  Não te levam pra casa. Te convidam pra rua. É curioso. Mas é que a “rua” aqui é tão linda que se trancar em casa é desperdício.
 Cariocas andam de chinelo e não se julgam por isso. São livres, desprovidos de qualquer senso de sofisticação.
 Ao contrário, parecem se sentir mal num ambiente formal e de algum requinte.
  “Porra” é um termo que abre toda e qualquer frase na cidade.
Cariocas são pouco competitivos. Eu acho isso maravilhoso, afinal, venho da terra mais competitiva do país. E confesso: competir o tempo todo cansa.
 Acho graça quando eles defendem o clube rival pelo mero orgulho de dizer que “o futebol do Rio” vai bem. Eles nem notam, mas às vezes se protegem.
Carioca é o povo mais brasileiro que há, mas que é tão orgulhoso do que é que nem parece brasileiro.
 Tem um sorriso gostoso, um ar arrogante de quem “se garante”.
 Papudos, malandros, invocados. Faaaaalam pra cacete. E sabem que estão exagerando.
 Eles acham que sabem o que é frio. Imagine, fazem fondue com 20 graus!
  A Barra é longe. Buzios, logo ali!
 Niterói é um pedaço do Rio que eles não contam pra turista. Só eles aproveitam.
 Nilópolis é longe. Bangu também.
  Madureira é um bairro gostoso. O Leblon vale os 32 mil por metro quadrado sugeridos pelos corretores.
  Aliás, corretores no Rio são bem irritantes.
 Carioca, num geral, acha que está te fazendo um favor mesmo se estiver trabalhando. É tudo absolutamente pessoal, informal.
 Se ele gostar de você, te atende bem. Se não, não.
 Tá com pressa? Vai se irritar. Eles não tem pressa pra nada.
Sabe aquela garota gostosa que sabe que é gostosa? Cariocas sabem onde moram.
 O bairrismo deles é único. Nem separatista, nem coitadinho. Apenas orgulhoso. Ao invés de odiar um estado vizinho, o sacaneiam e se matam de rir de quem se ofende.
  Cariocas tem vocação pra ser feliz.
  São tradicionais, não gostam que o mundo evolua. Um novo prédio no lugar daquele casarão antigo não é visto como progresso, mas sim com saudades.
  São folgados. Juram ser o povo mais sortudo do mundo.
  No Rio você vira até mais religioso. Aquele Cristo te olha todo santo dia, de braços abertos. Não dá! Você começa a gostar do cara…
  E aí vem a sexta-feira e o dom de mudar o ambiente sem mexer em nada. O Rio que trabalha vira uma cidade de férias. As roupas somem, aparecem os sorrisos a toa, o sol, o futebol, o samba, o Rio.
  Já ouvi um cara me dizer um dia que o “Rio é uma mentira bem contada pela mídia”. Ele era paulista, odiava o Rio, jamais tinha vindo até aqui.
  E é um cara esperto. Se você não gosta do Rio de Janeiro, fique longe dele.
  É a única maneira de manter sua opinião.
  Em quase toda grande cidade que vou noto uma força extrema para fazer o turista se sentir em casa. Um italiano em São Paulo está na Itália dependendo de onde for. Um japonês, idem. Um argentino vai a restaurantes e ambientes argentinos em qualquer grande cidade.
  No Rio de Janeiro ninguém te dá o que você já tem. Aqui, ou você vira “carioca”, ou vai perder muito tempo procurando um pedaço da sua terra por aqui.
  Não é verdade que são preconceituosos. É preciso entender que o carioca não se diz carioca por nascer aqui. Carioca é um perfil.
  Renato, o gaúcho, é um dos caras mais cariocas do mundo.
  Tem todo um ritual, um jeitinho de se aproximar.
  Chame o garçom pelo nome, os colegas de “irmão”. Sorria, abrace quando encontrar. Aceite o convite, mesmo que você não vá.
 Faça planos para amanhã, esqueça-os 10 minutos depois. Faça amigos, o máximo de amigos que conseguir.
  Quanto mais amigos, mais cerveja, mais risadas, mais churrascos, mais carioca você fica.
 E quanto mais carioca você é, mais você ama o Rio. Como eles.
 Gosto deles. Gosto de olhar pra frente e não ver onde acaba. Gosto de sol, de abraço, de rir muito alto e de não me achar um merda por estar sem grana.
 Gosto de como eles se viram. Gosto da simplicidade e da informalidade que os aproxima do amadorismo.
  A vida não tem que ser profissional.
 Tem que ser gostosa.
 E de gostosa, convenhamos, o Rio tá cheio.
 Ops! Desculpa, amor! Escapou.
 abs, merrrrmão!"
  Rica Perrone

domingo, 1 de fevereiro de 2015

domingo, 4 de dezembro de 2011

PENSE NISSO!

“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem não negocia com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar sem temor de errar, que a sua sociedade está condenada”

Texto da  filósofa russo-americana Ayn Rand

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

FIM DA PICARETAGEM DAS "EMPRESAS DE COBRANÇA"

CNJ desmonta golpe da recuperação de “dívida”, proibindo protestos de títulos sem aceite via SPC/Serasa

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alertawww.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão

Parece estar com os dias contatos uma manobra de bancos, em parceria com inescrupulosos escritórios de advocacia, para coagir pessoas a pagarem pretensas dívidas passadas, já oficialmente contabilizadas como passivos (perdas) pelas instituições financeiras. O Conselho Nacional de Justiça acaba de proibir os cartórios de protesto de enviarem nomes de supostos devedores de títulos sem aceite aos órgãos de proteção ao consumidor - como SPC e Serasa-Experian.

Na prática, o CNJ mandou parar com o golpe da recuperação de crédito perdido. O mecanismo era simples. Empresas (geralmente firmas de cobrança) compram títulos vencidos de outras instituições que não podem mais ser recuperados, porque já foram contabilizados como passivos nos balanços. Em seguida, os cobradores enviam os papeis podres para cartórios distantes da residência do devedor, fazendo renascer a dívida não mais passível de cobrança.

A coação ilegal começa quando os cobradores acionam seus canais de telemarketing para localizar o suposto devedor e lhe cobrar uma dívida que já não consta mais dos cadastros negativos. Se o suposto devedor, reconhece a dívida passada e aceita a nova renegociação proposta pelos espertos atendentes, entra pelo cano. Na prática, com sua permissão, aceita a dívida que, se não for honrada, pode recolocar o cidadão na lista negra do SPC e Serasa, mesmo que o suposto débito já esteja extinto há mais de cinco anos, depois de incluído como perdas nos balanços de bancos e financeiras.

A regra é clara! O repasse de uma dívida para outra empresa, sem a anuência do devedor, é apenas uma mera declaração unilateral. Não tem validade legal para cobrança por coações telefônicas. A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, deverá estender a decisão do CNJ às corregedorias de Justiça dos Tribunais e aos cartórios de protesto de todo o País. A resolução deverá determinar que os cartórios cancelem o protesto de títulos sem aceite e comuniquem aos interessados. Também foi definido que os órgãos de proteção ao crédito serão comunicados sobre a mudança.

Intimidação aos pobres incautos

O plenário do Conselho Nacional de Justiça decidiu acolher o Pedido de Providências (PP n. 001477-05.2011.2.00.0000) do Ministério Público de São Paulo para proibir os cartórios de protesto de enviarem nomes de devedores de títulos sem aceite aos órgãos de proteção ao consumidor - como SPC e Serasa.

O conselheiro Jefferson Kravchychyn, relator do pedido, considerou que a decisão do CNJ deve ser estendida aos demais cartórios e Tribunais do País.

O conselheiro criticou que a prática prejudica os cidadãos mais pobres que, sem conhecimento nem recursos suficientes para contestar a dívida, acabam pagando:

Os registros de protesto de letra de câmbio por falta de aceite em cartórios fora da comarca de domicílio dos devedores é uma maneira de coagir e intimidar as pessoas mais pobres que pagam a dívida para não ter o nome sujo e arranhar o seu único bem que é o crédito”.

terça-feira, 8 de março de 2011

A Grandeza da palavra MERDA

 
(Nem o Aurélio definiu tão bem)


A palavra mais rica da língua portuguesa é a palavra MERDA.
Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa da
língua portuguesa.

Vejam os exemplos a seguir:
1) Como indicação geográfica 1:
Onde fica essa MERDA?

2) Como indicação geográfica 2:
Vá a MERDA!

3) Como indicação geográfica 3:
18:00h - vou embora dessa MERDA.

4) Como substantivo qualificativo:
Você é um MERDA!

5) Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!

6) Como indicador de especialização profissional:
Ele só faz MERDA.

7) Como indicativo de MBA:
Ele faz muita MERDA.

8) Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA!

9) Como questionamento dirigido:
Fez MERDA, né?


10) Como indicador visual:
Não se enxerga MERDA nenhuma!

11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido:
Por que você não vai a MERDA?

12) Como especulação de conhecimento e surpresa:
Que MERDA é essa?

13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo:
Ele está na MERDA...

14) Como indicador de ressentimento natalino:
Não ganhei MERDA nenhuma de presente!

15) Como indicador de admiração:
Puta MERDA!

16) Como indicador de rejeição:
Puta MERDA!

17) Como indicador de espécie:
O que esse MERDA pensa que é?

18) Como indicador de continuidade:
Tô na mesma MERDA de sempre.

19) Como indicador de desordem:
Tá tudo uma MERDA!

20) Como constatação científica dos resultados da alquimia:
Tudo o que ele toca vira MERDA!

21) Como resultado aplicativo:
Deu MERDA.

22) Como indicador de performance esportiva :
O Sport não  tá jogando MERDA nenhuma!

23) Como constatação negativa:
Que MERDA!

24) Como classificação literária:
Êita textinho de MERDA!

25) Como situação de 'orgulho/metidez' :
Ela se acha o tal e não tem 'MERDA NENHUMA!'

26 ) Como constatação de fato:
'Eu não sou pouca Merda não'

27) Como indicativo de ocupação:
Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA
nenhuma!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Entendendo o Brasil (2)

E ASSIM COMEÇOU O POVOAMENTO DO BRASIL, TUDO EXPLICADO...

Torre do Tombo é o local onde se guardam todos os documentos antigos. Está situada em Lisboa, junto à Cidade Universitária.

Sentença de 1587 - Trancoso, Portugal Arquivo Nacional da Torre do Tombo

SENTENÇA PROFERIDA EM 1587 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO

(Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5, maço 7)


"Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas. Total: duzentos e noventa e nove, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino, tendo concebido em cinquenta e três mulheres". Não satisfeito tal apetite, o malfadado prior, dormia ainda com um escravo adolescente de nome Joaquim Bento, que o acusou de abusar em seu vaso nefando noites seguidas quando não lá estavam as mulheres. Acusam-lhe ainda dois ajudantes de missa, infantes menores que lhe foram obrigados a servir de pecados orais, completos e nefandos, pelos quais se culpam em defeso de seus vasos intocados, apesar da malícia exigente do malfadado prior.

[agora vem o melhor:]

"El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos dezessete dias do mês de Março de 1587, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo e, em proveito de sua real fazenda, o condena ao degredo em terras de Santa Cruz, para onde segue a viver na vila da Baía de Salvador como colaborador de povoamento português. El-rei ordena ainda guardar no Real Arquivo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo".

Entendendo o Brasil (1)

SAIBA A DIFERENÇA ENTRE POUPAR 100 REAIS E  DEVER 100 REAIS PELO MESMO TEMPO, NO ATUAL SISTEMA TRIBUTÁRIO E FINANCEIRO NO BRASIL.

Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, no dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta a FANTÁSTICA QUANTIA de R$ 374,00 (Trezentos e Setenta e Quatro Reais).

Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma pequena dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinqüenta e Nove Reais), no mesmo banco.

Ou seja: com R$ 100,00 do Cheque Especial, ele ficaria devendo 9 Carros Populares, e com o da poupança, conseguiria comprar apenas 3 pneus.
Não é à toa que o Bradesco teve quase R$
2.000.000.000 (Dois Bilhões de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre, seguido de perto do Itaú e etc...

Dá para comprar um outro banco por semestre!

E os juros exorbitantes dos cartões de crédito?

VISA cobra 10,40 % ao mês
CREDICARD cobra 11,40 % ao Mês.
Em contrapartida a POUPANÇA oferece 0,62 % ao mês.

Campanha pela Reforma Tributária e Financeira no Brasil, já! 

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

COISAS DO MARANHÃO! PIROCUJÁ

O Maranhão é mesmo imbatível, além de produzir Sarney
produz também o Pirocujá
 
  

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgW7-mIgeQ51A3HVMKEKwEH0j_UXzoA6a4guzAwdj1TcQpfDNm9YQjL9Gcmf0dAcSDog1lQpQkGhRXPhmjsKOw3wKCgbzOv_H91qm8fsnAxiDLT-c6AWIX6XwzQS-XeCzQMl3ijtb7d1fg1/s400/NTC20110120115054.jpg
 
20/01/2011.
A aparência curiosa de uma planta chamou a atenção de moradores do município de São José de Ribamar. O maracujazeiro de apenas dois anos, brotou frutos cujo formato é semelhante à genitália masculina. A dona de casa, Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, é a proprietária do maracujazeiro e explica como tudo começou. "Minha filha me deu as sementes dois anos. No começo até recusei, pois maracujá em todo lugar, mas ela insistiu disse que seria um bom lugar para descansar embaixo da sombra e acabei aceitando", acrescentou. Ela alega que a semente é parecida com a semente do maracujá tradicional, contudo, acha que não é maracujá. "Estou curiosa para saber que gosto tem".
Segundo dona Maria, os frutos começaram a brotar no mês passado e a descoberta foi feita por seu filho que imediatamente comunicou o fato. "Mamãe, está nascendo um de pica no nosso quintal!", contou.
O desenvolvimento da planta deve-se também a extrema dedicação da vizinha Maria Elizabeth da Cruz, que diariamente regava o maracujazeiro. "Eu sempre regava o , mas nunca imaginei que fosse ficar nesse formato. É muito estranho e engraçado. Parece muito com aquilo".
Dona Maria Rodrigues afirma que várias pessoas mostraram-se interessadas no cultivo deste exemplar. "Vou distribuir as sementes para as pessoas que me pediram". A visitação tornou-se frequente, porém, sempre sob os olhares atentos da dona. E dentre os curiosos estava o jornalista ribamarense Edson Rêgo, que propôs a divulgação do fruto.
Totalmente Orgânico
O fato mais intrigante é que Maria Rodrigues nega qualquer tipo de manipulação. "Eu plantei e ela ficou assim. Meus vizinhos batizaram de maracujá pica", ressaltou.
Os engenheiros agrônomos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) ficaram surpresos com o fato. Os técnicos da Aged optaram por analisar a planta e posteriormente elaborar um parecer a fim de esclarecer as possíveis causas para a anomalia do maracujazeiro.
Fonte: O imparcial

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

PRESIDENTE OU PRESIDENTA?

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendigar é mendicante...

Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante,  ente ou inte.

Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um bom exemplo seria:

"A presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa fornalha ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizantas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta."